Recuperando-se Financeiramente do Divórcio


Cinco anos atrás enfrentei um divórcio inesperado. Depois que tudo acabou, percebi em que pé estava financeiramente e entrei em pânico. No entanto, logo comecei a fazer escolhas financeiras que não tinha pensado antes. Comecei a investir meu tempo e esforço em minhas finanças. O que eu desenvolvi me surpreendeu e continua a me surpreender hoje.

Isto é o que eu aprendi a fazer:

  • Mudei meu orçamento antigo para dois e transformei em um orçamento para um. Continuo a seguir orçamentos. Sei que nem todo mundo gosta de orçamento, mas ele me dá a segurança que preciso.
  • Comecei a usar o sistema de envelope. Sempre que era paga, retirava o dinheiro do banco e colocava em envelopes. Que alívio! Funcionou e agora percebo que me poupou de ter que tomar mais decisões. Continuo a usar isso hoje. Esta ferramenta me ajuda a guarantir que não vou gastar dinheiro à toa.
  • Pago todo o saldo do cartão de crédito todos os meses e tenho refinado o meu sistema para restringir o uso do cartão de crédito quando não há mais dinheiro para gastar.
  • Comprei carro à prestação e quitei a dívida. Muito bom – senti o gosto da liberdade financeira pela primeira vez. Comecei então a economizar agora para o meu próximo veículo, porque isso me faz dormir melhor à noite.

Agora tenho o equivalente a quatro meses de prestação da casa própria depositado do banco. Meu objetivo é ter seis meses, o que poderá acontecer dentro de poucos meses. Um aspecto muito legal disso é que eu estou me acostumando a ver números cada vez maiores em minha conta bancária.

A dívida hipotecária é a única dívida que tenho. Quando tiver dinheiro extra irei colocá-lo na dívida hipotecária. É um sonho grande mas tenho o objetivo de quitar toda a dívida hipotecária. Me sinto super satisfeita quando faço pagamentos apenas para o principal. Este pagamentos me dão mais opções, mais liberdade financeira e aumentam meu patrimônio líquido.

Após quatro anos de aplicação dos princípios básicos, eu sinto como se eu tivesse alcançado a segunda fase da maturidade financeira: “escolhendo viver uma vida frugal, poupando a sério e perseguindo metas financeiras”.

Estou colhendo agora as escolhas que fiz durante os últimos quatro anos. Devido à minha idade e meu nível de dívida, tive que buscar mais do que um objetivo grande de uma vez. Compreendo que isto é uma complicação momentânea da minha vida. Posso não ter o luxo de poder contar com o poder da composição dos anos 20s e 30s, mas tenho a sabedoria e foco dos meus 40 anos.

Hoje estou empenhado em continuar meus esforços diligentes com as minhas finanças. Tornou-se um maneira natural de gastar minhas energias. Também estou ansiosa para solidificar minha posição atual e entrar na próxima fase das minhas finanças pessoais.

Autora: Regina Casovis


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