Lâmpada LED – Economia em Energia Elétrica


O que faz uma lâmpada LED de R$ 50 pode fazer por você? Prepare-se para dizer adeus para a lâmpada incandescente. Se tudo correr conforme o planejado, a eliminação gradual da invenção de Thomas Edison começará este logo. Em alguns anos, os fabricantes de lâmpadas esperam que nós adotemos lâmpadas LED como nossa fonte de luz favorita.

Na verdade os fabricantes tem que superar alguns obstáculos antes dos consumidores estarem prontos para a troca.

Qual a vantagem?

Algumas pessoas perguntam por que não podemos ficar com as lâmpadas incandescentes. É uma questão de eficiência.

Menos de 10% da energia que passa por uma lâmpada incandescente é convertido em luz – o resto é perdido na forma de calor. Ao mudarmos para lâmpadas mais eficientes, poderíamos economizar bilhões de reais.

As primeiras alternativas ao chegar ao mercado foram as lâmpadas fluorescentes compactas ou LFCs. As primeiras lâmpadas fluorescentes compactas usavam menos energia mas essa é a única coisa boa que você pode dizer sobre elas:

  • Muitas não se encaixam em soquetes antigos.
  • Não trabalham com controle de iluminação (que permitem gradualmente tornar a luz mais clara ou escura)
  • E, para completar tudo isso, contêm mercúrio.

A última geração de lâmpadas fluorescentes compactas produzem luz da mesma qualidade que as incandescentes, mas não resolveram os outros problemas. E mesmo que tivessem fixado tudo, acho que não teria importância. O público simplesmente rejeitou as LFCs.

A próxima idéia brilhante

Graças à falha de mercado das lâmpadas fluorescentes compactas, as lâmpadas LED devem ser boas a ponto de que os consumidores, já vacinados contra tecnologias novas de lâmpadas, esqueçam suas decepções. Só os problemas de engenharia fazem desta uma tarefa difícil.

Os LEDs brancos emitem uma luz azulada, que não é tão agradável quanto a luz quente incandescente que estamos acostumados. E para queimar tão brilhantemente como uma de 60 watts, as LEDs têm que permanecer relativamente desaquecidos.

O produto AMBIENT LED da Philips parece resolver esses problema (a ser lançado em breve no mercado brasileiro – Maio/2012). Ela não se parece com uma lâmpada. Em vez da forma de globo que conhecemos (e que as CFLs usaram até determinado ponto), a lâmpada de LED é um tubo de alumínio com painéis laranja de plástico no topo. Produz luz equivalente a uma lâmpada incadescente de 60 watts mas consume somente 12,5 watts.

Mas o problema é que as lâmpadas custam R$ 50 (no mercado americano).

Este preço salgado é o maior obstáculo à adoção do LED. A GE (General Electric) espera que esse preço caia para R$ 20 nos próximos três anos nos EUA, mas ainda assim continuam a ser a opção mais cara. Um pacote de quatro de lâmpadas incandescentes de 60 watts custa menos de US$ 4, enquanto que quatro lâmpadas fluorescentes saem US$ 13,50 e uma lâmpada de halogéneo pode ser adquirido por cerca de U$$ 8.

Sim, as lâmpadas LED duram muito mais tempo – Philips afirma que duram duas décadas – e usam menos energia do que as outras, mas convencer os consumidores a ignorar o preço mais elevado ainda é um desafio. A estratégia da Philips é convencer os consumidores a encarar lâmpadas como bens duráveis aos invéz de bens de consumo. Suas lâmpadas LED são embaladas como aparelhos eletrônicos ao invés de lâmpadas. A embalagem é moldada como uma vitrine em miniatura, uma imagem de uma sala de estar agradavelmente iluminada.

Apesar dos desafios, a indústria continua otimista sobre LEDs. Algumas empresam americanas acreditam que as lâmpadas LED serão 25% até 2014. As vendas comerciais já começaram a ganhar força.

Muitas empresas começaram a mudar para LED depois de perceber a capacidade de reduzir os custos energia ao longo do tempo. Uma cadeia lá instalou LED em 2.000 lojas, enquanto a Starbucks a fez com 8.000 lojas. Isto poderia ajudar a trazer mais clientes individudais, permitindo-lhes ver a qualidade da luz sem ter que pagar do seu bolso para ver.


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