O Motivo Real Pela Qual as Pessoas Não Conseguer Sair da Dívida


Você já parou para pensar porque as pessoas estão lutando com a dívida cada vez mais nos dias de hoje? Mesmo com as várias maneiras de ganhar dinheiro, como é possível que tantas pessoas haja tantas pessoas nessa vida de dívida? Como alguém pensando em se aposentar cedo (não tenho nenhuma dívida), muitas vezes fico surpreendido com as desculpas que as pessoas dão para viver em dívida. Embora qualquer pessoa pode sair da dívida, há um motivo que tornam quase impossível.

As típicas desculpas que as pessoas dão para viver em dívida

As pessoas dão desculpas o tempo todo. Isto não é exceção quando se trata de dívidas. Por exemplo….

“Estou tentando alavancar meu dinheiro para investimentos”. Pegar um empréstimo para investir em imóveis pode ser uma ótima idéia, ainda é um risco. Há pessoas que pegam dinheiro para investir no mercado de ações, esperando que suas ações venham a aumentar de preço. O único problema é que eles estão jogando com o dinheiro do banco. Adivinha quem arcará com as contas se a ações cairem? Vou te dar uma dica – não é o banco.

“Preciso de um carro confiável para trabalhar. Como não tenho dinheiro para pagar à vista por isso fiz um empréstimo”. Eu também tenho um monte de amigos que acreditam que um carro novo é necessário e olham só para as prestações mensais. Não levam em conta o que aconteceria se eles precisassem vender o carro. Muito provavelmente o valor da dívida seria maior que o valor do carro no mercado.

Ao arranjar desculpas para viver na dívida, indivíduos ou famílias não só acrescentam mais estresse em suas vidas, mas cavam um buraco profundo com a dívida. Com as altas taxas de juros, pode tornar-se quase que impossível sair do vermelho. Mas embora estas desculpas sejam ruins, elas não se comparam com o motivo número um pelo qual as pessoas não podem sair da dívida.

Por que as pessoas não podem sair da dívida

A melhor maneira de ilustrar a principal causa pelo qual as pessoas são escravos da dívida é apresentar você a um certo casal amigo meu. Eles possuem uma casa com duas hipotecas. Fizeram a uma segunda hipoteca para pagar algumas dívidas de cartão de crédito. Agora eles devem mais do que a casa vale e, para piorar as coisas, tem uma hipoteca de taxa de juros variáveis.

O pagamentos de suas hipotecas subiu muito justo justamente na época em que a empresa do marido estava demitindo funcionários. A empresa acabou apenas por cortar algumas horas por alguns meses das horas dele e foram capazes de apenas sobreviver. Mas tiveram que acumular enormes dívidas de cartão de crédito novamente.

Até este ponto dá para entender por que eles estão tendo problemas. Há algumas variáveis fora de controle e imprevisíveis que contribuiram para a situação financeira ruim. Às vezes as coisas simplesmente acontecem e não há muito o que se pode fazer, certo?

Mas uma análise mais a fundo revela outra coisa. A principal razão pelo qul foram incapazes de pagar sem ficar mais endividados é que eles têm um problema com gastos. Simplesmente não conseguem definir o que é necessário e o que é luxo mesmo na pior das situações.

  • Exemplo 1: Alguns meses atrás falei com o marido e ele me informou que eles estavam empatados. Não havia dinheiro faltando ou sobrando. Eles estavam começando a pagar algumas dívidas com uma pequena sobra de dinheiro. Até aí tudo bem. Dois dias depois vejo no Facebook que eles compraram um iPad novo. Item necessário? Acho que não! Para piorar a situação, descobri que não só não podiam se dar ao luxo de pagar a vista; ele foi comprado a prestação.
  • Exemplo 2: Alguns meses depois, quando pensei que eles finalmente tinham aprendido a lição e voltaram a pagar as dívidas, vim a descobrir que eles estão comprando um novo computador. O computador velho estava na últimas e eles “precisavam” de um novo mesmo que o iPad ainda funcionasse perfeitamente.

É em situações como estas que me lembro que a razão número um para a dívida é o excesso de gastos e ter dificuldade em distinguir uma compra necessária da que não é. Infelizmente, o consumismo tende a vencer qualquer tipo de responsabilidade financeira.


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